quinta-feira, maio 03, 2007

Não me demito...

"É claro que não me demito. Vou exercer as minhas funções até ao fim do mandato. Afinal de contas candidatei-me para quê? Única e exclusivamente para resolver os problemas dos caros concidadãos. Estou na presidência em prejuízo da minha vida particular, a ganhar um mísero ordenado de Presidente. Posso jurar, a pés juntos, que apenas me move o amor ao próximo e aos meus conterrâneos. O desejo de fazer obra. A vontade intrínseca de banir todos aqueles que se aproveitam dos votos em benefício próprio. A política é algo de sublime. Algo que nos realiza, algo que nos permite inchar o peito e dizer: fui eu... Tristes dos políticos cobardes que, à mais pequena suspeita se demitem na vã ânsia de, nos locais próprios, provarem a sua inocência."

P'era aí... onde é que eu já vi este filme? Exactamente...É um filme português que, meia volta volta e meia, passa nos diversos canais de televisão.

terça-feira, maio 01, 2007

Teremos capacidade?

Não posso deixar de achar no mínimo curioso, para não lhe chamar outro nome, as declarações de José Pinto Coelho (PNR) a respeito da imigração e do direito ao (não)trabalho para estrangeiros no nosso País. Ainda que mal pergunte, será que este senhor imagina o que seria se as medidas que preconiza para Portugal fossem seguidas por todos os Países onde existem emigrantes portugueses? Teríamos capacidade para acolher, no mínimo, milhão e meio de força laboral? E que tal enviar o dito senhor passar umas férias junto de uma família de emigrantes portugueses? Era capaz de ser remédio santo...

Nããããã

Alberto João diz que é a última vez que se candidata. Será? É que ainda a semana passada dizia que quando estivesse "lá no céu" esperava ver os jovens madeirenses conseguir a autonomia. Porque não já, agora, neste momento? Era menos um vírgula não me lembro quantos milhões de euros em brindes para angariação de votos. Paga Zé (do "contnente").

sábado, abril 28, 2007

Há dias assim *

Hoje (até agora) foi para a desgraça. Azar de vida a minha. Nunca fiz um diário, alguma vez teria de acontecer. Vejamos:

Sábado, 28 de Abril de 2007

08h30 - Acordar, espreguiçar, sorna.
08h45 - Banhoca
09h10 - Sim, 09h10, sair da banhoca.
09h30 - Quiosque, comprar jornais, beber bica.
09h35 - Não compreendo que existam pessoas com prisão de ventre. 1º Café da manhã e já estou sentado. Acho que é o melhor laxante que existe.
10h15 - Apoio familiar
11h15 - Martini
11h45 - Caipirinha(s) como aperitivo
13h10 - Entradas: Polvo ensalsado, sapateiras "au Chef", queijo de Seia
13h45 - Caldeirada à Pescador à moda de Buarcos
14h30 - Café
14h45 - Digestivo de 12 anos e o belo cigarro
15H00 - Digestivo de 12 anos e o belo cigarro
15h45 - Digestivo de 12 anos e o belo cigarro ( e a caldeirada continua aos saltos)
16h30 - Digestivo de 12 anos e o belo cigarro (e a caldeirada não vai abaixo...)
17h15 - A caldeirada deve estar a chegar ao rio...
18h00 - Camarão frito na companhia d'umas bojecas (começa a ficar feio)
18h45 - Sobremesa (excelente, mas não me perguntem o que era)
18h50 - Café
19h10 - Digestivo de 12 anos e o belo cigarro
19h40 - Não há dúvida que a vida é tramada. São sacrifícios 24 horas por dia
19h55 - O trabalho mata uma pessoa. Acho que vou descansar um pouco. Até mais logo.

Uma palavra de agradecimento ao Zé Barraca. G'anda tainada. Tudo 5 ****

* só falta que alguém me mova um processo por plágio ou utilização abusiva de imagem de marca.

sexta-feira, abril 27, 2007

Conceito

de voltar para ficar:
1. Eu quero
2. Eu quero mas este "gajo" finta-me
3. Eu quero mas fiquei sem Net
4. Eu queria mas "isto" estava lento
5. Eu queria, mas não podia
6. Eu quero e acho (será que se eu bater 3 vezes em madeira ajuda?) que já cá estou.
Bom e agora vou p'rá night. Para desanuviar.

terça-feira, abril 10, 2007

I'm back, penso eu de que...

Nada como férias. Não, não me saiu o Euromilhões e não estive de férias até hoje. Quem me dera... A verdade é que estou de férias. Pouco tempo (7 dias), mas estou. São dias correspondentes a férias do ano passado e estava mesmo a precisar. Uffff. Pelo menos já deu para por este maldito a trabalhar, já não é mau. Sim, sim, já tive mais que tempo, eu sei. O problema está nas férias. Não há férias, há preguiça, desmotivação, sonolência, falta de vontade (aí pára...) e coisa e tal. Há que arrumar a casa, fazer jantar, lavar a loiça, dar uma "curva" sem esquecer a "cana de pesca"... vicissitudes de um quarentão que vive sózinho. Já agora, ou a "pesca" na Figueira está um pouco "p'ró escasso" ou ando a pescar em sítio errado.

sexta-feira, dezembro 29, 2006

De volta

Mas não ainda não definitivamente. Estou vivo mas o maldito do meu PC morreu. Continua em peças em cima da secretária. "Crashou", pifou, fez greve, enfim, ainda estou na fase do diagnóstico. E logo nesta altura em que o tempo é muito curto para tirá-lo dos cuidados intensivos. Isto é apenas uma rapidinha para agradecer os post's, os telefonemas, o perguntar onde é que ando e, acima de tudo, retribuir as Boas Festas e desejar que o melhor de 2006 seja o pior de 2007. Para todos.

sábado, novembro 18, 2006

Há janta ou não há janta?

É que teríamos PRESENTE um COPO MEIO CHEIO , numa tertúlia de CONFRARIA DAS BIFANAS. Os AMICUS FICARIAm de DE BEM COM A VIDA, à A BEIRA MAR , ali para os lados da COVA GALA. Seria uma FIGUEIRANET que se prolongaria pela FIGUEIRANIGHT, AS THE WORLD TURNS até chegarmos ao CÚ DO MUNDO. Seria NECESSÁRIO DIZER que haveria LUGAR PARA TODOS no QUINTO PODER. DASS… já não se pode ter PENSAMENTOS FELIZES. (muitos mais há mas... é sábado, vou-me embora e apenas aceito sugestões lá mais para a madrugada - 3/4 horas da tarde). Bom fim de semana.

terça-feira, novembro 14, 2006

Choque tecnológico

Segundo o Diário Digital, um professor japonês inventou um computador que permite a escrita através do olhar. Ora bolas, sinceramente esperava outro tipo de notícia, mais do género: Inventor Japonés cria sexo através do olhar.Isso era assunto... e um fartar vilanagem. Resolvia-se de vez o problema da natalidade (falta dela) e acabavam-se as crónicas "dores de cabeça" de que as mulheres sofrem...

quarta-feira, novembro 08, 2006

Morte

Um casal, em casa, conversava sobre o tema "morte".
Diz ele: amor, se algum dia a minha vida depender de uma máquina e se estiver a ser alimentdo por líquidos, peço-te: desliga a máquina e corta os líquidos, deixa-me morrer.
Ela pensou 5 segundos, pegou no comando e desligou a televisão, levantou-se, agarrou na garrafa de cerveja e despejou-a no lava-loiças.
E depois não querem que haja divórcios...

domingo, novembro 05, 2006

Nada ajuda...

Eu bem quero, de quando em vez, postar aqui qualquer coisa. Chego a casa cheio "dela", ligo o PC, ligo a TV e fico sem vontade. Perco a dita... Em 2005 "o meia dose" foi considerado "personna non grata" na Festa do PSD Madeira. Ontem só faltou o Alberto João oferecer-se para "apanhar o sabonete". Não há dúvida que é preciso ter-se bom golpe de rins para se ser político. Ou uma grande goela para engolir sapos destes. Ou será que é condição obrigatória sofrer de Alzheimer? Que dilema. Desligo a TV ou PC?

quarta-feira, novembro 01, 2006

Greves, manifestações, contestações e outras formas de luta

De há uns tempos a esta parte que constato que os noticiários (Tv's, Rádios, Imprensa escrita, Out-doors, flyers) enfim, tudo o que estiver disponível como "forma de luta" é viável, faz sentido. Assim como faz sentido que a grande (mas mesmo grande) maioria dos profissionais liberais declarem ao Estado, como rendimento, pouco mais que o ordenado mínimo nacional (eu também acredito no Pai Natal), que tem mesmo que existir: os "desgraçados" ganham pouco menos que eu e o Pai Natal oferece-lhes Mercedes, BMW's, Ferrari's, vivendas com piscina e outras benesses. Já pensei, por várias vezes solicitar a certos "profissionais", que exercem "determinadas profissões" a morada do Pai Natal. Eu não queria grandes benesses - bastava que ele trocasse o meu velho "boguinhas" por um "utilitáriozito" jeitoso e que pelo menos, quando eu atingisse os 40 anos de trabalho e de descontos, me mandasse para a reforma sem penalizações, sem me obrigar a chegar aos 65 anos, conforme estipula a Lei. Porque, nesse sentido, serei obrigado, como funcionário do Estado a trabalhar e a descontar durante 50!!!! anos da minha vida. E antes que me esqueça, e para os que acham a função pública uma maravilha, troco o meu vencimento, ao fim de 31 anos de serviço, pelo ordenado de muitos dos privados ao fim de 15. E já d'agora, o funcionário público quando tem de se deslocar a algum lado, tem de apresentar declaração nos serviços: esteve presente nesta instituição das "tantas às tantas". Se os privados também exigissem declarações de cada vez que dizem aos seus empregados para ir tratar de assuntos a certos organismos públicos de certeza que grande parte não "perderia" uma manhã numa Câmara, numa Conservatória ou noutro serviço. Conheço alguns (vários) que para ele(a)s é Feriado quando o Patrão o(a)s manda a um serviço público: "Oh, Chefe, estes funcionários públicos são uma vergonha. Olhe que estive lá a manhã inteira" - pois, no Café com amigos, no paleio com a vizinha, aproveitando para ver daquele casaco/vestido que não se encontra em lado nenhum. Neste sentido, chegou a minha vez, como super-beneficiado-previligiado, com estatuto muito especial e rendimentos de nível superior, exigir que a todos os quadros, que a todas a profissões seja aplicado o mesmo regime: 1,5% de aumento de ordenado (já estamos em vantagem porque há já vários anos que conseguimos um regime de excepção na atribuição desta benesse) e sem hipótese de fuga fiscal. Em contrapartida apenas exigo saber a morada do Pai Natal (embora não rejeite uma cunha) para que ele troque, pelo menos, o meu "boguinhas" por qualquer coisita melhor. Atenção, não aceito um "papa-reformas". O Estado chegou primeiro.

domingo, outubro 29, 2006

Referendos

No que diz respeito ao referendo sobre o aborto, sou claramente pelo SIM. Despenalização é uma coisa, liberalização é outra. Entre muitas outras questões morais que se colocam nesta questão, destaco as seguintes: deverá ser uma mulher violada obrigada a conviver, para o resto da sua vida, com a recordação de acto tão aviltante? Não deverá ter o direito de escolha? Deverá ser uma criança de 13 anos punida e ser obrigada a ser mãe prematuramente (muito por culpa dos progenitores que, por falta de conhecimento ou por falta de coragem não lhe contaram a estória das "abelhinhas")? Enfim, daria "pano para mangas". O que eu gostaria era que, "simultaneamente ao mesmo tempo" se referendasse a questão da Madeira. Os madeirenses que me desculpem, mas também era pelo sim. Entregue-se a Madeira a esse dito cujo governante que insulta a inteligência do povo do "contnente". Não lhe chega ter o IVA a 14% (nós temos a 21%) isto à taxa normal - nas outras também são muito mais baixas. Vive num paraíso fiscal. Dá-se ao luxo de se "marimbar" para as metas governamentais nacionais e europeias no que diz respeito ao endividamento público. Entre outros (muitos) dislates e arrogância. Enquanto por cá se aperta o cinto, por lá o "caramelo" dá-se ao luxo de falar em "engenharia financeira". Que o faça, mas não com os nossos impostos... Peça a independência porque se for a referendo, voto SIM. (O Povo Madeirense que me perdoe...)

sexta-feira, outubro 27, 2006

Gato fedorento 2

Inicialmente comentei um comentário que alguém comentou no meu comentário sobre o Gato Fedorento (levanta-se a placa risada e ouvem-se umas quantas "gargalhadas"). Achei que o comentário nunca poderia dar origem a um comentário, porque o comentário já estava feito e assim seria um comentário de um comentário. Desisto. Não vou falar mais de comentários porque a vizinha de baixo, pelo barulho das teclas apercebeu-se que eu estava a comentar e bateu-me à porta a pedir para fazer um "chap-chap" no meu bidé. Por norma e por respeito a mim próprio, não respondo a anónimos. São pessoas cobardes, sem sentido de vida, convencidas. Não me alongo mais. Tenho um pseudónimo e poderia cantar "Não, não sou o único". Quem quiser saber quem eu sou, é só seguir as pistas (não são tão poucas como isso). Quem não quiser, lê, ri, chora, gosta, odeia, mas... pode, em qualquer altura saber quem sou. Quem comenta como anónimo... cobarde, é o mínimo. Vem isto a respeito da minha opinião sobre o "Gato Fedorento". Enquanto uns discordaram da minha avaliação (e fizeram-no no seu pleno direito, conforme reconheci - gostos não se discutem - um "caramelo", possivelmente um intelectual de "ar estafado", vestindo de escuro como convém, falando surrealisticamente sobre temas que desconhece completamente - mas como fala surrealisticamente ninguém o compreende e o tipo faz um figurão - veio para aqui comentar. O que até nem me traria grande azia: o burro cheira a bosta no meio do caminho e zurra conforme muito bem lhe apetece. Só que... insultou 7.000.000 de portugueses. Se tivesse dito que não tenho nem cultura, nem Q.I.( se é que sabe o significado da sigla e, caso saiba, já fez algum teste?) eu nem a boca abria: quando falam nas minhas costas significa que já vou muito à frente. Em tempos, quem procurava o 1º emprego era sujeito a esse teste - do Q.I. Para fazer parte dos escassos 30% de Portugueses que "entendem" (sem ofensa aos que gostam porque, sentido de humor cada um tem o que tem, independentemente do seu Q.I.) esse Q.I, deve, no mínimo, atingir 130. Um "gaijo" (note bem "gaijo" com i - se bué já consta dos dic portugas...) com esse Q.I. não comenta blogs. Cria o seu blog e mostra a superioridade da "raça ariana" perante os menos dotados. Não sei quando terá lugar a próxima apresentação (com muito sucesso a nível mundial - será a 479ª) da minha teoria de "A influência do Luar no andamento dos Automóveis sobre o asfalto" - mas, tendo em consideração o seu Q.I. acho que vai adorar pelo que terei muito gosto em o convidar. Para isso, basta que me indique uma morada - os convites seguem imediatamente. Para terminar, o seu comentário foi alvo de prolongada discussão no Ministério da Cultura e chegou-se à conclusão que o seu comentário tem toda a razão de ser: o humor tem de se entender. Assim, decretou o Ministério da Cultura que as peças humorísticas a estrear neste País terão 2 fases: 1ª - constituída por 3 semanas de representação para os 30% dotados deste canto à beira-mar plantado. 2º - restantes semanas para os 70% ignorantes deste País sendo, que estes compram bilhete válido para duas sessões (a 1ª com a presença dos humoristas e com o bónus de receberem o seu nº de telemóvel para que lhes explique a piada) Na 2ª Sessão, entram e riem sózinhos da piada do dia anterior. Ser-se culto não confere o direito de se sentir superior. Apenas teve condições e meios que outros não tiveram. Pode-se ter um QI de 20 e ser-se culto. Um burro carregado de livros...

quarta-feira, outubro 25, 2006

Coffee-break

Pois, no que diz respeito à publicação de trabalhos de meu Pai, isto está em stand by. (Lá surgiu a veia poética). Pelos motivos que já referi em post's anteriores, o registo é escasso, tenho algumas obras temáticas que guardo para as épocas respectivas (Natal, Carnaval, S. João, outros). Os quadros que ornamentam a minha casa, a da minha mãe e do meu irmão são... são... são... sentimentos, recordações. Talvez um dia os fotografe, talvez um dia os divulgue. Para já, e como paisagens existentes apenas no imaginario de meu Pai assim vão ficar. Continuarão a pertencer à vivência diária de uma família, onde a paz e a melancolia se aliam ao sonho e à cor da vida. Próxima expedição fotográfica - tão breve quanto o "chassis" permita - trabalhos efectuados e expostos (ainda hoje) em estabelecimentos comerciais da Figueira

domingo, outubro 22, 2006

Gato fedorento

Humor? nãaaaa. Estupidez em horário nobre. Será para isto que pagamos a "Contribuição Audio-Visual" constante nas facturas da EDP? Felizmente o comando tem um botão vermelho ou, em alternativa, vários outros canais - desde que não chaguem com chachadas tipo Floribelas, Morangos e afins. Triste televisão portuguesa.

terça-feira, outubro 17, 2006

Perigos no abastecimento de viaturas

Existem perigos no abastecimento de combustivel nos veículos que merecem ser divulgados, como este: ao abastecer a viatura não entre no veículo nos "entretantos". Está sujeito a carregar a chamada "electricidade estática" - a tal que nos dá um choque quando tocamos na estrutura metálica do veículo - nunca lhe aconteceu? Coloque a "pistola" e não entre no veículo seja porque motivo for - não é vulgar, mas acontece.

De passagem


Estive de férias e estou despachado. Acho que alguém me rogou uma praga embora não acredite em bruxas (que las hay...hay). Enfim... Entrei de férias no dia 2, espilrei no dia 5, qualquer coisa "estoirou" nas costelas (lado esquerdo), fiquei como que paralisado, gritei "help", fui parar às urgências, dormi duas noites sentado na "minha poltrona" dado que as dores não me permitiam ir até "vale de lençóis", medicado com comprimidos que dão uma "pedrada" daquelas, enfim, tudo o que de bom se obtém nesta vida sem grande esforço. Daí a minha ausência - tornei-me num "cheio de sono". Tenho para mais umas semanitas mas... não morri. Eu sabia que um espilro sai a mais de 200 Km por hora, não sabia é que, em caso de acidente, o "chassi" fica todo torcido. Um abraço a todos os que por aqui passaram. Um beijinho muito especial para os States (obrigado Cristina) e para a Figueira (Cristina pelo momento difícil e Jorge, é verdade, estive de férias e vou continuar de "férias"...).

quinta-feira, outubro 05, 2006

Sem cinto = a morte

Execelente spot de sensibilização. Um passageiro, sem cinto de segurança, morre e causa a morte a outros 2 ocupantes da mesma viatura. A ver, pensar e... repensar.

domingo, outubro 01, 2006

As ameaças resultam...

Ameacei que o último lugar era meu e acobardaram-se todos. Ninguém me tirou o último lugar, 14º. Nada como uma boa ameaça. O circuito estava molhado (gosto mais de "húmido" :D), apanhei um kart sem fundo (e tenho a "ferradura direita" para o provar - o calcanhar batia no asfalto) mas, essencialmente uma palavra para o meu colega de equipa. Embora sem grande experiência no assunto mostrou coragem, foi à guerra, fez o melhor que pode e sabia e não fossem as dores no pescoço tinha lá chegado (p'rá próxima leva uma cinta no pescoço mas... não apertes muito). A 2ª manga correu razoavelmente bem: os "pneus" eram duros (acho que o porco tinha, no mínimo, 300 anos), o óleo tinto era fraquinho, a gasolina branca tinha algumas octanas, apareceram alguns chanpignons tipo "chicanes móveis" e respectivos acompanhantes (chips e rice). Abraço a todos e até daqui a quinze dias (se não for antes) .